19/07/2015

3 Filmes que Amo!

Oi gente tudo bem?
Bom hoje eu vim falar de três filmes que eu amodoro então vamos lá:

1° Zumbilândia:


 É difícil acreditar que tenham demorado para fazer uma comédia sobre zumbis em Hollywood. O único filme (que eu lembro) que tinha brincado com zumbis, com muita competência, foi Todo mundo quase morto, e de lá para cá já se foram 6 anos. Zumbieland (no original) finalmente aparece para acabar com esse vácuo. Apesar de diferente e contar com cenas de ação, é também extremamente divertido. Convenhamos, os zumbis já tinham parado de ser assustadores algum tempo atrás. Mesmo filmes competentes como Madrugada dos mortos já não assustavam tanto a platéia. Aqui parece que eles sempre pertenceram a esse gênero.
 Os personagens não tem nomes. Conhecer os nomes implica em uma aproximação. Uma intimidade. Nenhum deles quer isso. Eles são apenas conhecidos pelos lugares de onde vieram: Columbus (o narrador, Jesse Eisenberg de Férias frustradas de verão), Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone, de Superbad) e Little Rock (a pequena sunshine, Abigail Breslin). Um mais diferente do outro. Columbus é um nerd enquanto Tallahassee é um doido. "Minha mãe sempre disse que serviria pra alguma coisa. Quem diria que seria matar zumbis?", ele diz. Diferenças que geram vários diálogos hilários.
 O filme se torna uma viagem pelo país como em vários outros filmes, exceto que aqui, pelo caminho, zumbis aparecem aos montes para morrerem das mais diferentes formas. Até um banjo é usado. Espetáculo dado especialmente por Harrelson, o grande achado do filme. Como o próprio Columbus diz, ele tem realmente algo contra os zumbis. Só vendo o filme para descobrir o porquê. E no meio de tudo isso eles chegam a ficar na casa de Bill Murray, e ele ainda está na casa, o que rende a cena mais engraçada que eu consigo lembrar em muito tempo. Não direi mais para não estragar nada.
 O fato é que um dos filmes mais divertidos do ano passado nos EUA chegou com atraso aqui no Brasil, mas pelo chegou. E vale a pena ser visto. Nem que seja para ver como Bill Murray não precisa de muita coisa para fazer rir, ou para ver uma matança de zumbis (e realmente muitos morrem), ou mesmo para ver um nerd conseguindo sobreviver em um filme como esse. De qualquer forma eu estou satisfeito de não ter perdido a festa.

2° Frozen:
A caçula Anna (Kristen Bell/Gabi Porto) adora sua irmã Elsa (Idina Menzel/Taryn Szpilman), mas um acidente envolvendo os poderes especiais da mais velha, durante a infância, fez com que os pais as mantivessem afastadas. Após a morte deles, as duas cresceram isoladas no castelo da família, até o dia em que Elsa deveria assumir o reinado de Arendell. Com o reencontro das duas, um novo acidente acontece e ela decide partir para sempre e se isolar do mundo, deixando todos para trás e provocando o congelamento do reino. É quando Anna decide se aventurar pelas montanhas de gelo para encontrar a irmã e acabar com o frio.

3° Deus não está morto:

O longa metragem Deus Não está morto, sucesso de bilheteria nos cinemas americanos, lançado nos cinemas do Brasil pela Graça Filmes e disponível no Netflix é uma produção inteligente, sensível e que dialoga com as nossas perguntas sobre Deus, a vida e a morte.

Deus não está Morto conta a história de um jovem que cursa filosofia e se depara com um professor ateu militante, ao ser questionado sobre sua fé ele ganha alguns minutos da aula para defender a incoerência sobre a não existência de Deus, no qual alguns acadêmicos declaram abertamente. Esta é a história principal, todavia existem outras histórias secundárias em seu enredo, uma é de uma jovem de família muçulmana que esconde a sua fé em Cristo de seu pai, outra é de um aluno da República Popular do China que começa a questionar sobre Deus, e a terceira é de uma moça com cancêr que procura esperança.

A produção é muito interessante, primeiramente por ser uma aula de apologética, alguns detalhes como contextualização em uma linguagem simples para o público que não é universitário assistir foi necessário, muitos sites estão críticando o filme por isso, entretanto é de se considerar que o objetivo do filme é mostrar como ciência e fé podem andar juntos afinal houve um debate entre autores, o outro  ponto é a valorização do estrangeiro pela comunidade cristã, a abordagem sobre o jugo desigual e sobre o que colocamos em primeiro lugar em nossas vidas e sobre a nossa existência. O filme também responde algumas questões como o problema do mal.

Deus não está Morto é uma obra prima da sétima arte, entre o gênero cristão, possuí bons atores, um belo cenário e uma ótima trilha sonora.

Espero que Tenham gostado!

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